Quantas vezes não nos sentimos dispensáveis...
Em muitas situações temos a falsa crença que somos ou estamos sendo úteis... ou que fazemos a diferença... todavia, ao recebermos uma crítica... ainda que  construtiva... nos apercebemos  rebaixados e esmorecidos ...
Confesso ver-me  mais falível do que gostaria...
Até porque ...
... atendemos a prazos ... respeitamos regras... criamos situações extras de aprendizagem... respeitamos o próximo... as limitações do outro... transformando-as... em desafios a serem sanados... somos éticos... íntegros... humanos... buscamos dominar o conteúdo... procuramos estratégias diferenciadas... favorecemos  a construção da autonomia intelectual dos alunos...  consideramos  as diversidades em  sala de aula... favorecemos  a interação e a cooperação...  buscamos  criar situações que aproximem a  "versão escolar" da "versão social" convertendo assim,  conteúdos em práticas e  posteriormente em  conhecimento... tentamos organizar racionalmente o tempo... muitas vezes...  tão escasso ...  Enfim... adequando-nos...
Sim... estes são  requisitos básicos na minha profissão...
Mas... num  dado momento... falhamos... e nos frustramos... pois  percebemos que nem de longe somos vistos como acreditávamos ser...
Constatação do dia:
Críticas servem como parâmetro do que sou e do que faço... Nosso valor não deve estar  pautado na postura alheia... e sim atrelado  a nossa...
Mudar... melhorar!  Necessário sempre!
Porém... ver-se parte e capaz... nos move!
Finalizo com  Shakespeare
“Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito.”
E escolho sentir-me importante... especial!
Simples assim!
Por Dani Gatolini

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