Maçaneta
Assistindo ao filme As Pontes de Madison”... uma cena em especial chamou a minha atenção... Francesca permanece com a mão na maçaneta... ela não consegue deixar seu passado e seguir com sua paixão... ou seria amor?
Confesso que torci para que ela girasse a maçaneta ... abrisse a porta ...e corresse para os braços do Robert...
Pena que não foi assim! - as coisas não são tão simples assim!
Esta cena nos leva a crer que nem sempre alterar o ciclo vigente é a decisão correta...
Quantas vezes não se vive sobre a tormenta de não ter feito tudo o que podia para ter a tal felicidade alardeada pelas propagandas de “margarina”.
Os tempos mudam... mas vê-se situações como a do filme...
O ontem... nos impede de seguir... de transgredir... de libertar-se... entretanto, nos faz refletir sobre escolhas, renúncias e sentimentos genuínos...lídimos... que só existem pelo equilíbrio entre razão e emoção...
Percebe-se que certas escolhas...as necessárias ... nem sempre são as mais fáceis ...
Ainda assim ...qualquer decisão configura numa mudança no destino... até mesmo as não tomadas...
Penso que o verdadeiro amor... aquele real sobrevive a distância e ao tempo... ele segue mitigado... ele aprende a ser menos para ser sempre... e ele transforma-se para ajustar-se a realidade ... não tão doce e romantizada...
Nos filmes e nos livros vê-se finais felizes e juras eternas...
No mundo real ... observa-se a luta constante para manter-se retilíneo em escolhas... ainda que seja uma vida pacata e até morna...
O sentimento... manter-se-á no coração e no olhar... pois valeu por uma vida inteira...
Saibamos que certas escolhas não dizem respeito apenas a nós... é preciso transcender ao momento... com sabedoria e maturidade... É indispensável ponderar...
Todavia é sabido que a maçaneta permanece lá... e sempre é tempo de girá-la...
Senão hoje... talvez amanhã...
Por Dani Gatolini
Confesso que torci para que ela girasse a maçaneta ... abrisse a porta ...e corresse para os braços do Robert...
Pena que não foi assim! - as coisas não são tão simples assim!
Esta cena nos leva a crer que nem sempre alterar o ciclo vigente é a decisão correta...
Quantas vezes não se vive sobre a tormenta de não ter feito tudo o que podia para ter a tal felicidade alardeada pelas propagandas de “margarina”.
Os tempos mudam... mas vê-se situações como a do filme...
O ontem... nos impede de seguir... de transgredir... de libertar-se... entretanto, nos faz refletir sobre escolhas, renúncias e sentimentos genuínos...lídimos... que só existem pelo equilíbrio entre razão e emoção...
Percebe-se que certas escolhas...as necessárias ... nem sempre são as mais fáceis ...
Ainda assim ...qualquer decisão configura numa mudança no destino... até mesmo as não tomadas...
Penso que o verdadeiro amor... aquele real sobrevive a distância e ao tempo... ele segue mitigado... ele aprende a ser menos para ser sempre... e ele transforma-se para ajustar-se a realidade ... não tão doce e romantizada...
Nos filmes e nos livros vê-se finais felizes e juras eternas...
No mundo real ... observa-se a luta constante para manter-se retilíneo em escolhas... ainda que seja uma vida pacata e até morna...
O sentimento... manter-se-á no coração e no olhar... pois valeu por uma vida inteira...
Saibamos que certas escolhas não dizem respeito apenas a nós... é preciso transcender ao momento... com sabedoria e maturidade... É indispensável ponderar...
Todavia é sabido que a maçaneta permanece lá... e sempre é tempo de girá-la...
Senão hoje... talvez amanhã...
Por Dani Gatolini

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