Elefantes
"Durante uma atividade no 7º ano Colégio Reino"
Li um texto que fazia alusão ao comportamento animal ... na realidade era um estudo feito na Tailândia que consistia na observação de elefantes e concluiu-se que esses animais são seres empáticos e solidários... diante de situações de estresse usam a voz e o tato... através da tromba tocam a orelha, a cabeça e a boca um dos outros. Os cientistas sugerem que este gesto tem a equivalência de um abraço humano.
Observa-se grande risco de extinção desses mamíferos... e também de aniquilamento , desaparecimento de sentimentos como a solidariedade... a gentileza ...
Estamos fadados ao fim da benignidade, da afabilidade, da benevolência, da complacência, da indulgência...
Quem hoje conforta o próximo?... quem olha para o outro... quem ouve...
Na era das relações líquidas... desfaz-se vínculos ou nem constroem-se ... Já não nos comovemos com a dor alheia ... vê-se tragédias em noticiários - os quais apenas anseiam por audiência... numa exposição sensacionalista ...reduzem padecimento... desolação a mero espetáculo...
Que tenhamos a sensibilidade por vezes enterrada em valores frágeis...
Que possamos estender braços num abraço caloroso e verdadeiro...
É – em tempos de desaparecimento definitivo dos elefantes – os maiores mamíferos terrestres – que possamos não extinguir “os sentimentos humanos” – creio que esses sim... estejam fadados a finitude!
Por Dani Gatolini
Li um texto que fazia alusão ao comportamento animal ... na realidade era um estudo feito na Tailândia que consistia na observação de elefantes e concluiu-se que esses animais são seres empáticos e solidários... diante de situações de estresse usam a voz e o tato... através da tromba tocam a orelha, a cabeça e a boca um dos outros. Os cientistas sugerem que este gesto tem a equivalência de um abraço humano.
Observa-se grande risco de extinção desses mamíferos... e também de aniquilamento , desaparecimento de sentimentos como a solidariedade... a gentileza ...
Estamos fadados ao fim da benignidade, da afabilidade, da benevolência, da complacência, da indulgência...
Quem hoje conforta o próximo?... quem olha para o outro... quem ouve...
Na era das relações líquidas... desfaz-se vínculos ou nem constroem-se ... Já não nos comovemos com a dor alheia ... vê-se tragédias em noticiários - os quais apenas anseiam por audiência... numa exposição sensacionalista ...reduzem padecimento... desolação a mero espetáculo...
Que tenhamos a sensibilidade por vezes enterrada em valores frágeis...
Que possamos estender braços num abraço caloroso e verdadeiro...
É – em tempos de desaparecimento definitivo dos elefantes – os maiores mamíferos terrestres – que possamos não extinguir “os sentimentos humanos” – creio que esses sim... estejam fadados a finitude!
Por Dani Gatolini

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