O riso do outro
Estar feliz, as vezes, parece incomodar… todavia, jamais
deixei ou deixarei de ser empática e solidária à dor alheia…
Sejamos menos reativos… ácidos, hostis, ofensivos… Olhemos as situações e pessoas com menos rigidez…
Tão necessária a flexibilidade!!!
Eu que nada lacônica sou… busco fazer uso das palavras… de muitas, por sinal,
… mas sempre com objetividade e nunca para ferir…
E ver continuamente o uso de rótulos que deveriam ser destinados a objetos e não a pessoas… causa-me um certo incômodo… todavia, é preciso seguir e nesse movimento também segue-se o tipificar… o “rotular” e quase sempre de forma degradante…
mas a gente tem que continuar nossa caminhada…
ainda que tenhamos que driblar os afrontes…
seguir em transformação e abstração é preciso…
e jamais recuarmos devido a opinião alheia…
Sejamos autocríticos, mas não aceitemos imposições ou cerceamentos que poderiam nos paralisar e pouco acresceriam em nossa jornada!
E por fim, lidar com nossas dores e vazios é muito complexo e poucos ousam desvendar-se, e talvez, curar-se … por isso, atribui-se a outrem muitas de nossas mazelas e até inseguranças …
infelizmente!
- conhecer-se por inteiro é ato de coragem e nem sempre estamos abertos a saltar para dentro de nós!
- eis a vida! -
Sigamos! 🧿


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