E a vida…
E a vida… essa implacável mestra, vai confirmando ou desmentindo as palavras dos que se proclamam irrepreensíveis.
Sabe quando, no ímpeto de desqualificar histórias ou conspurcar trajetórias alheias, alguém lança mão de acusações apressadas ou — pior — friamente calculadas? Pois é, acontece com frequência, sobretudo vindo daqueles que se revestem da aura da perfeição.
Mas eis que o tempo, esse juiz imparcial, segue seu curso. E, ao nos depararmos com o passado — não o nosso, mas o dos “perfeitos” —, percebemos que as máscaras não resistem ao crivo da realidade. Seguimos, então, o nosso caminho, imperfeito, certamente, ele é real…
E aquele dito, arquitetado para ferir ou macular, perde força, espaço e, sobretudo, credibilidade. Porque o tempo, para além de cronologia, é revelação….
Os sensatos, se assim o desejarem, teriam a chance de enxergar o verdadeiro palco e distinguir protagonistas de caricaturas. Mas, convenhamos, esse é um desdobramento que demanda boa vontade e coragem — assunto para um outro texto.
Hoje, no último fim de semana de 2024, não cabe fomentar reflexões indesejadas. Afinal, o espetáculo da vida já oferece, para quem observa com atenção, um roteiro completo.
Vemos o dito e o omitido, o exagero e a escassez. E quem realmente se interessar pela outra face da moeda, ousará virá-la. Aos demais, resta o conforto — e a limitação — do fantasioso, por vezes, tão conveniente.
Sigamos, portanto, vivendo. - Mas vivamos de verdade. Isso, claro, apenas para os que têm coragem de encarar a vida como ela é. O restante comprará versões bem criativas e até emocionantes … coisa de gente que não suporta ver a realidade … pois ela os faria lembrar que o real jamais seria perfeito… nem para eles!
😉💭


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