Referência
Por Daniela Gatolini
E hoje meu coração transbordou-se em alegria e
gratidão... após um dia exaustivo e com tantos problemas... Ouvi de uma senhora... mãe de uma aluna... que
sou referência a sua filha no que diz respeito ao hábito da leitura e consequentemente da
escrita...
Que sempre que entro em sua sala ( de aula)... cito um autor ou
uma obra... e que isto fez com que ela ( sua filha) quisesse ler os tais
livros!
Busco continuamente motivar os alunos à leitura... a
escrita significativa, a sensibilidade... ao respeito ao outro...
Respondi a tal mãe que é natural ofertar o que
possuímos... o que gostamos e o que valorizamos.. Para mim... leitura é vital... é necessário...
é como ar... como alimento!
Para hoje sugiro a leitura de: Capitães
da Areia
Autor: Jorge Amado
Curiosidade: publicado pouco depois de começar o Estado Novo, o livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública.
Data de publicação: 1937
A narrativa tecida sobre um grupo de jovens abandonados que aterrorizam Salvador — conhecido como Capitães da Areia — mostra a vida violenta e as aspirações das crianças marginalizadas. Jorge Amado demonstra cuidado e carinho ao relatar que levou cada um dos jovens a entrar no grupo e faz com que você perceba a humanidade que existe dentro de cada um deles.
Por que ler? A obra de Jorge Amado foi uma das primeiras a abordar a infância abandonada sob uma perspectiva social, e não somente policial.
Autor: Jorge Amado
Curiosidade: publicado pouco depois de começar o Estado Novo, o livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública.
Data de publicação: 1937
A narrativa tecida sobre um grupo de jovens abandonados que aterrorizam Salvador — conhecido como Capitães da Areia — mostra a vida violenta e as aspirações das crianças marginalizadas. Jorge Amado demonstra cuidado e carinho ao relatar que levou cada um dos jovens a entrar no grupo e faz com que você perceba a humanidade que existe dentro de cada um deles.
Por que ler? A obra de Jorge Amado foi uma das primeiras a abordar a infância abandonada sob uma perspectiva social, e não somente policial.

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